domingo, 30 de setembro de 2007

FACEBOOK, nova rede de relacionamento

OI pessoal, para complementar os trabalhos verifique as duas reportagens abaixo.

Second Life? Que nada
06/09/2007
EXAME

Com uma estratégia inovadora, o Facebook quer transformar as redes de relacionamento em uma internet paralela

Por Sérgio Teixeira Jr.

Os brasileiros conhecem muito bem o Orkut, e entre os americanos o líder disparado em popularidade é o MySpace, mas quem está olhando para o futuro das redes de relacionamento online enxerga um nome à frente de todos os outros: Facebook. O serviço tem apenas três anos e meio de vida, mas já é o que cresce mais rapidamente em todo o mundo. A cada dia, 100 000 novos usuários montam suas páginas pessoais, publicam fotos e vídeos, deixam recados para os amigos e criam comunidades de discussão. O total de cadastrados já passa de 31 milhões. A descrição pode ser bem parecida com a de outras redes de amigos online, mas só o Facebook é chamado de "plataforma" -- e isso faz toda a diferença. Mark Zuckerberg, de 23 anos, o imberbe ex-aluno de Harvard que criou o serviço durante as horas vagas na universidade, quer que seu site seja muito mais que um espaço de socialização e passe a ser o principal ponto de referência no qual os internautas possam buscar produtos, serviços ou informações na internet. Imagine, por exemplo, que na hora de pesquisar um novo televisor de alta definição você possa ver no Facebook o modelo que seus amigos já compraram (especialmente aquele que entende tudo de tecnologia). Ou, então, que você possa saber a opinião de seu amigo cinéfilo sobre determinado filme em cartaz. Essas informações estão espalhadas pela internet, mas Zuckerberg quer que todas estejam dentro do Facebook -- e esse dia pode estar mais perto do que muitos imaginam.
A transformação de uma mera rede de contatos em uma espécie de dimensão paralela da web pode ter implicações profundas nos rumos da internet. É algo que, pelo menos do ponto de vista das intenções, pode ser muito mais poderoso do que o muito falado Second Life, o ambiente tridimensional que recebeu muita atenção da mídia nos últimos tempos, mas cujas vantagens práticas ainda estão por ser descobertas. No recente anúncio da nova estratégia do Facebook, Zuckerberg disse que o objetivo é transformar o serviço num "sistema operacional". Empresas de software hoje criam programas que funcionam no sistema Windows, por exemplo. A idéia é que elas agora também criem versões que estejam dentro do Facebook, o que significa que a empresa pretende ser cada vez menos um negócio de mídia e cada vez mais uma empresa de tecnologia. Enquanto a Microsoft oferece aos desenvolvedores uma base instalada de centenas de milhões de pessoas que usam o Windows diariamente, Zuckerberg tem outro patrimônio igualmente valioso: pessoas reais, e de quebra seus relacionamentos, seus hábitos de consumo e suas afinidades culturais.


Facebook muda política de privacidade e causa polêmica
06/09/2007
O GLOBO

SÃO FRANCISCO - A rede social Facebook, que disputa usuários com os portais MySpace e Orkut , anunciou que vai mudar sua política de privacidade e passará a permitir que os usuários escolham se desejam que o resto do mundo encontre o seu perfil no site. ( Você faz parte de alguma rede social? Qual? Vote aqui )
As mudanças na política do Facebook vem sendo criticadas por fãs e usuários, já que até agora a rede social não permitia que serviços de buscas, como Google e Yahoo, acessassem os dados referentes às suas comunidades, ao contrário das redes rivais.
Desde quarta-feira, os usuários estão sendo notificados pelo Facebook a respeito da possibilidade de optar por níveis de privacidade: se suas fotos e seu nome podem ser acessados em buscadores e por outros usuários ou de desejam manter seus perfis em área privada.

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO - Fator estratégico para a continuidade e sucesso dos seus negócios

A Segurança da Informação ao contrário do que muitos pensam abrange muito mais do que apenas a segurança em Tecnologia. Falar em Segurança da Infomação compreende falar sobre qualquer informação que possa ser armazenada ou transferida, independente de como, computadores, telefones, papel, pessoas e outros.

A atenção a esse tema nos dias de hoje, com o crescente uso e avanço da tecnologia tende a aumentar a cada dia, já que pessoas e empresas podem ser afetadas com fatores como roubo de senhas e identidade, fraudes, invasão de computadores pessoais, armazenamento de pedofilia, assédio de filhos, responsabilidades legais, continuidade de negócios e outros. Um assunto que pode determinar em alguns casos o sucesso ou fracasso de projetos ou empresas, um assunto que requer atenção de todos pois está presente em todos os lugares.

Quando o assunto é segurança da informação a maioria das pessoas fazem uma associação com a área tecnológica da Empresa, porem não é bem assim que funciona. Para uma implantação bem sucedida alguns itens devem ser vistos com atenção, a informática tem o objetivo de prover ferramentas para que sua Empresa aplique políticas de segurança, mas não pode ser considerada uma solução para o assunto.

Dentre normas e melhores práticas adotadas no mundo todo, vamos lhe apresentar alguns exemplos que não são formalizados pela tecnologia da informação e são de extrema importância em qualquer implantação.

1- Segurança de pessoas
Entre os diversos itens que devem ser vistos, devemos também nos preocupar em incluir preocupações de segurança ao contratar pessoas. Como esta a verificações de segurança na política de seleção ? os funcionários devem assinar termos de confidencialidade, definições de condições de trabalho devem especificar as responsabilidades de segurança dos funcionários.

2- Treinamento dos usuários:
Educação, conscientização e treinamento referentes a segurança. De que adianta ter uma estrutura de controle eficaz se algum funcionário conversar sobre algum assunto sigiloso da empresa em local público ?

3- Segurança física e do ambiente
Prevenir acesso não autorizado, dano e interferência nas instalações físicas. Isso inclui: definir um perímetro de segurança, controles de entrada física, etc. Que muitas vezes não dependem de recursos computacionais e também não são de responsabilidade apenas do pessoal de TI.

Deve-se ter uma política quanto a deixar papéis na impressora por muito tempo e principalmente no manuseio de informação impressa. Gerenciamento de mídias removíveis. Mídias removíveis devem ser controladas fisicamente e armazenadas em local seguro. Descarte de mídia. deve haver procedimentos para o descarte seguro de mídias (papel, fitas, disquetes, CD, etc). Contratos: toda troca de informação institucional entre empresas deve ser mediada por um contrato que especifica as responsabilidades quanto à segurança de ambas as partes.

4- Conformidade
Conformidade com requisitos legais: evitar violação de qualquer lei criminal ou civil, estatutos, regulamentação ou obrigações contratuais; evitar a violação de direitos autorais dos software - manter mecanismos de controle dos softwares legalmente adquiridos. Veja que ainda existem inúmeros itens relacionados a Segurança da Informação não totalmente relacionados a Tecnologia da Informação, lhe demos alguns exemplos para que você reflita na sua implantação.
O ideal é a criação de um Comitê de Segurança dentro da empresa constituído por pessoas de diversas áreas distintas afim de discutir assuntos relacionados

“MODELOS DE PROCESSOS E MODELOS CONCEITUAIS DE REFERÊNCIA COMO FERRAMENTAS PARA MELHORIA ORGANIZACIONAL E DE SISTEMAS AUTOMATIZADOS DE APOIO”

Palesta - DR. GIANCARLO GUIZZARDI

O mundo atual por intermédio da Engenharia de Software, envolvida nos aspectos tecnológicos e gerenciais do processo de desenvolvimento de software tornou-se a base de sustentação de inúmeras organizações dos mais diversos ramos de atuação espalhados pelo planeta, consistindo no elemento estratégico da diferenciação de produtos e serviços atuais. O mapeamento de todos os processos empresariais nas organizações, desde os processos técnico-operacionais, envolvendo os departamentos produtivos até os processos administrativos. O mapeamento desses processos é o passo inicial para atender melhor as organizações e buscar a melhoria contínua de suas atividades empresariais.Posso acrescer também acerca da qualidade e produtividade da indústria de software, refletindo-se na insatisfação dos seus usuários, que sempre esperam mais do que o proposto. Por outro lado, os computadores estão rapidamente tornando-se componentes comuns do dia-a-dia das pessoas que, por sua vez, apontam necessidades com requisitos de complexidade cada vez maiores.
Para prover melhoria no processo de softwares de uma organização, os mesmos devem estar bem caracterizados e compreendidos. Com isto o processo pode ser documentado explicitamente por meio de modelo de processo de softwares que é a representação abstrata da arquitetura, projeto ou definição do processo de softwares e que descreve, em diferentes níveis de detalhes, uma organização dos elementos de um processo.
O grande problema identificiado nas organização é a dificuladade da interação entre os softwares. A partir do momento em que elas se conhecam e tenham as ferramentas e tecnologias definidas, começa o trabalho de integração dos sistemas a nível de desenvolvimento e programação. Existem no mercado algumas metodologias para a integração, umas são mais voltadas para a integração à nível de dados, outras a nível de aplicação, e outras a nível de métodos e interfaces.

domingo, 23 de setembro de 2007

CloudMeeting - encontro à distância

Não é preciso reunir um montão de gente em uma sala ou um auditório. Com o CloudMeeting, os debates rolam via internet.
Reuniões com filiais ou parceiros de negócios em outras cidades são vitais para o sucesso de muitas empresas, mas representam gastos com passagens e estadia, além de significarem muitas horas ou até dias longe do escritório. Uma opção para cortar custos é a videoconferência, que conecta executivos sem a necessidade de deslocamentos. Destinado a pequenas e médias empresas, o novo serviço CloudMeeting coloca em contato, via web, profissionais localizados em qualquer parte do planeta.

Com recursos de vídeo, áudio e compartilhamento de documentos, os encontros virtuais não diferem tanto das reuniões presenciais. Para estabelecer a conexão é preciso que todos as participantes possuam o software CloudMeeting instalado. Para o uso de todos os recursos, é necessário microfone e webcam, mas quem não conta com esses periféricos pode participar da reunião, vendo e ouvindo as pessoas na tela e inserindo suas observações por texto.
Depois de fazer o download e executar a programa, é preciso inserir senha e adicionar colegas de trabalho, parceiros, fornecedores e clientes. A lista de contatos on-line fica disponível no comunicador. Basta clicar em um deles para trocar mensagens de texto ou iniciar uma nova chamada para ter acesso a opções de vídeo e áudio. O programa inclui recurso para compartilhamento de arquivos que possibilita aos participantes, por exemplo, visualizar uma apresentação do PowerPoint durante a conversa.

Muitos recursos do CloudMeeting são similares aos oferecidos por soluções gratuitas como a MSN Messenger. A diferença, segundo a CloudConvergence, esta em itens como segurança e número de usuários. Todas as reuniões são codificadas com criptografia de 128 bits para a proteção das informações. Alem disso, as videoconferências podem reunir 200 pessoas. Nos testes, o serviço apresentou boa qualidade sonora. A atualização das imagens variou de acordo com a conexão. O vídeo de um dos participantes que usava conexão de 56 kbps mais parecia uma foto estampada na tela.

Implantação do ERP

Os pequenos empresários vão encontrar no mercado várias tecnologias para aprimorar o seu negócio. Uma delas é o ERP, sigla do termo inglês Enterprise Resource Planning, que nada mais é que um pacote de ferramentas que integra todos os departamentos de uma empresa. A grande vantagem dessa tecnologia é que todos os dados passam a fluir pela companhia, eliminando relatórios em papel, fornecendo informações em tempo real da operação para a tomada de decisão.

Os ERPs são comercializados com um pacote de aplicações que interligam toda uma empresa, trazendo módulos de finanças, contabilidade, RH, produção, marketing e vendas, entre outros. Mais recentemente, esses sistemas engordaram e passaram a contar também com ferramentas de CRM (Customer Relationship Management), para gerenciar o relacionamento com o cliente; BI (Business Intelligence) para gerar relatórios de apoio à decisão; Supply Chain, para integrar a cadeia de fornecedores e soluções Web, já que a maioria das companhias tem um braço na Internet.
Antes do ERP, as empresas tinham um sistema para cada departamento, muitos desenvolvidos internamente. Criava-se uma verdadeira colcha de retalho, pois nenhum se falava e as informações não fluíam pela empresa. Com a integração, a companhia passa a ter mais controle do negócio.

Além de mais velocidade para atender o mercado, o ERP reduz custos operacionais e elimina erros e faz com que os negócios sejam melhor controlados. Porém, para dar resultados Banhara diz que um ERP precisa ser bem implantado e que os usuários do sistema precisam estar treinados para conseguir extrair todos os benefícios.

Os especialistas alertam há situações em que a tecnologia não dá o resultado esperado porque alguns funcionários continuam fazendo controles no papel e não atualizam os dados no sistema. Assim, a empresa não terá dados em tempo real do seu negócio e o investimento pode ser perdido. O ERP é uma ferramenta para apoiar os negócios, mais desde que seja usado corretamente, avisam os consultores.
SAP EXIBE SOFTWARES ONLINE PARA EMPRESAS
A SAP revelou sua linha de software com base na internet batizada de Business ByDesign. O produto terá preço de 149 dólares por ano por usuário, como parte central da estratégia para acelerar o crescimento das vendas da empresa.

O presidente-executivo da companhia, Henning Kagermann, coloca a linha de programas para médias empresas como parte de uma empreitada para aumentar a atual base de 42 mil clientes da empresa para 100 mil até 2010.

"É o anúncio mais importante que já fiz em minha carreira", disse Kagermann, que trabalha na SAP há 25 anos. Uma outra versão do produto custa 54 dólares por mês para até 5 usuários.
A SAP é a maior fabricante mundial de softwares de gerenciamento corporativo --programas que lidam com tarefas com contabilização de folha de pagamento, controle de inventário e operação de call centers. A empresa disse que espera investir entre 418 milhões e 697 milhões de dólares no projeto até o fim de 2008.

A SAP compete nesse setor com Oracle, Microsoft, Salesforce.com e NetSuite. A Salesforce e a NetSuite oferecem seus serviços via Web, possibilitando a capacidade de uso dos programas sem necessidade de instalar qualquer um deles no computador.
As rivais têm crescido mais rápido do que a SAP, Oracle e Microsoft, cujos produtos geralmente devem ser instalados nos computadores dos próprios clientes.
"Não queremos seguir o velho modelo de negócios", disse Kagermann.

Data Warehouse e Business Intelligence

Um data warehouse (ou armazém de dados, ou depósito de dados no Brasil) é um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios, a análise de grandes volumes de dados e a obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.
O data warehouse possibilita a análise de grandes volumes de dados, coletados dos sistemas transacionais (OLTP). São as chamadas séries históricas que possibilitam uma melhor análise de eventos passados, oferecendo suporte às tomadas de decisões presentes e a previsão de eventos futuros. Por definição, os dados em um data warehouse não são voláteis, ou seja, eles não mudam, salvo quando é necessário fazer correções de dados previamente carregados. Os dados estão disponíveis somente para leitura e não podem ser alterados.
A ferramenta mais popular para exploração de um data warehouse é a Online Analytical Processing OLAP ou Processo Analítico em Tempo Real, mas muitas outras podem ser usadas.
Os data warehouse surgiram como conceito acadêmico na década de 80. Com o amadurecimento dos sistemas de informação empresariais, as necessidades de análise dos dados cresceram paralelamente. Os sistemas OLTP não conseguiam cumprir a tarefa de análise com a simples geração de relatórios. Nesse contexto, a implementação do data warehouse passou a se tornar realidade nas grandes corporações. O mercado de ferramentas de data warehouse, que faz parte do mercado de Business Intelligence, cresceu então, e ferramentas melhores e mais sofisticadas foram desenvolvidas para apoiar a estrutura do data warehouse e sua utilização.
Atualmente, por sua capacidade de sumarizar e analisar grandes volumes de dados,o data warehouse é o núcleo dos sistemas de informações gerenciais e apoio à decisão das principais soluções de business intelligence do mercado.
SOBRE A BUSINESS OBJETCS
A Business Objects é a líder mundial no fornecimento de soluções de Business Intelligence. Com mais de 42 mil clientes em todo o mundo, incluindo 80% das corporações listadas no ranking da Fortune500, a Business Objects auxilia as empresas a obter percepção estratégica sobre o seu negócio, agilizar a tomada de decisões e otimizar o desempenho corporativo.
A plataforma de Business Intelligence da companhia, BusinessObjects™ XI, oferece a mais completa e confiável plataforma para relatórios, consultas e análises, planejamento estratégico, gerenciamento de desempenho e integração de dados. O BusinessObjects™ XI inclui o Crystal Reports®, ferramenta padrão de mercado em relatórios corporativos.
A Business Objects construiu a mais forte e diversificada cadeia de relacionamento com parceiros, que soma hoje mais de três mil em todo o mundo. A companhia também oferece aos clientes consultoria e treinamento para auxiliar os clientes na implementação de seus projetos de Business Intelligence.
A Business Objects tem duas sedes, localizadas em San Jose, Califórnia (EUA) e Paris (França). As ações da companhia são negociadas na Nasdaq, sob os símbolos: BOBJ e Euronext Paris (ISIN: FR0004026250 - BOB). Atuando no Brasil há cinco anos, a Business Objects está presente nos principais projetos de Business Intelligence das maiores empresas do país e em vários segmentos, como por exemplo: Finanças - Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco Sudameris, Orbitall, Banco Ibi e Santander.Indústria - Rhodia, 3M, Braskem, Bunge, Seara, Bridgestone Firestone, M. Dias Branco.Telecom - Claro, Oi, Telefônica, Brasil Telecom, Telemar, Embratel, Telemig Celular, SKY.Governo - Prodasen, Sefaz-SP, Correios.Serviços – Carlson Wagonlit Travel e KPMG.Varejo - Carrefour e McDonalds.
Para mais informações, acesse www.brazil.businessobjects.com.
Em que uma solução de Business Intelligence pode contribuir em seus negócios?

Organização da Tecnologia da Informação


A nova organização de TI deverá integrar todos os sistemas de informação da empresa, criando uma consistência e visibilidade dos dados corporativos. Essa visão integrada não se limita aos sistemas de aplicação desenvolvidos e gerenciados por TI, mas por todos os sistemas desenvolvidos e utilizados na organização, incluindo planilhas em Excel com informações corporativas e sistemas especialistas de uso dedicado em certos departamentos. A arquitetura orientada a serviços (SOA – Service-Oriented Architecture) é uma tecnologia que permite a comunicação entre diferentes sistemas de informação através de mensagens pré-definidas, preferencialmente, através de mensagens XML. Os principais fornecedores de soluções de software possuem soluções de integração: o WebSphere da IBM, o NetWeaver da SAP, o SOA Suite da Oracle e o .Net da Microsoft.

Algumas posições nas organizações de TI nas empresas poderão desaparecer cedendo lugar a contratação de serviços terceirizados, tais como programação (exceto para novas linguagens como Java, .Net e Linux), operação de computadores, help-desk e suporte a mainframes e sistemas legados. Entretanto, outras posições deverão ser criadas para atender ao novo modelo de governança de TI, como por exemplo, especialistas para executar e controlar as funções estabelecidas pelo ITIL.

As organizações de TI que focarem apenas na administração da infra-estrutura e das aplicações, principalmente os ERPs, serão boas candidatas a terceirização. A função de administrar a infra-estrutura com custos competitivos é o mínimo para garantir a sobrevivência da organização. Para as organizações de TI prosperarem elas devem se transformar acompanhando a velocidade de transformação do mercado.
SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DE BANCOS DE DADOS
Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (como no Brasil) ou Sistema Gestor de Base de Dados (SGBD) é o conjunto de programas de computador (softwares) responsáveis pelo gerenciamento de uma base de dados. O principal objetivo é retirar da aplicação cliente a responsabilidade de gerenciar o acesso, manipulação e organização dos dados. O SGBD disponibiliza uma interface para que os seus clientes possam incluir, alterar ou consultar dados. Em bancos de dados relacionais a interface é constituída pelas APIs ou drives do SGBD, que executam comandos na linguagem SQL.

Um sistema gerenciador de banco de dados é um sistema extremamente complexo, responsável pela persistência, organização e recuperação dos dados. As funções básicas que este sistema deve disponibilizar são:um modelo que defina o esquema dos dados armazenados no sistema. Os quatro modelos mais conhecidos são: hierárquico; em rede; relacional; orientado a objetos. Exemplos de SGBDs: Firebird; HS QLDB; IBM DB2; Oracle; SQL-Server; JADE; Sybase; Microsoft Acess.